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Impacto das fraudes e dos desperdícios sobre gastos da saúde suplementar

Foi divulgado pelo IESS o estudo “Impacto das fraudes e dos desperdícios sobre gastos da Saúde Suplementar” que mostra que, em 2017, quase R$28 bilhões dos gastos das operadoras médico-hospitalares do País com contas hospitalares e exames foram consumidos indevidamente por fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários.

 

A publicação atualiza do Texto para Discussão nº 62 – “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil” que apresenta uma projeção baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre fraudes na saúde. A iniciativa faz parte do esforço do IESS para dimensionar o impacto de práticas abusivas no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas em seu combate no setor.

 

Segundo o trabalho, as despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 145,4 bilhões, em 2017. Sendo assim, os gastos de R$ 27,8 bilhões com fraudes e desperdícios representam 19,1% desse total, comprometendo a qualidade da assistência, as finanças do setor e onerando os contratantes de planos de saúde.

 

O estudo estima que dos R$ 27,8 bilhões, R$ 15 bilhões foram gastos com fraudes em contas hospitalares e R$ 12 bilhões em pedidos de exames laboratoriais pouco eficientes ou mesmo desnecessários.

 

Acreditamos que a maior transparência na relação de todos os operadores deste setor de saúde, uma maior fundamentação técnica (medicina baseada em evidência) para solicitação de exames e procedimentos e um estímulo para qualidade e serviços terão um impacto positivo na redução desses números.

 

Fonte: IESS

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